Ontem adquiri "A Regra de Quatro" de Ian Caldwell e Dustin Thomason. Há muito tempo que andava a "namorar" este livro, não devido à referencia (desnecessária) ao "Código Da Vinci" que se encontra na cinta de papel presa à capa, mas pelo facto das críticas serem bastante positivas.
Nessa cinta pode ler-se...
- «Se gostou de O Código Da Vinci… não pode deixar de ler este romance» – People Magazine;
- «Genial!» – New York Times.
O crítico António Carvalho escreveu no DN...
"Antes de mais, alguns avisos à navegação do leitor: primeiro, faça o favor a si mesmo de não cair na tentação de comparar A Regra de Quatro com O Código Da Vinci - a tentação é quase evidente, mas os dois romances só têm em comum o gosto pelo enigma (neste caso, o enigma de um livro estranho, misterioso, antiquíssimo, fascinante, «É impossível fugir a este livro»); segundo, este romance deve ser lido devagar, com atenção, tentando entender o jogo de relações que os autores estabelecem entre duas épocas bem distintas, ainda que ambas marcadas pela crise; terceiro, este livro fala de um outro livro, as vidas destas personagens falam (e dialogam com elas) de outras personagens. Em resumo, Ian Caldwell e Dustin Thomason fizeram este romance para ser saboreado por quem gosta muito dos livros enquanto objectos preciosos e passaportes privilegiados para quem aprecia a viagem imaginária pelo mundo das palavras escritas, pelo labirinto das páginas impressas - sobretudo quando elas contêm atalhos inesperados e derivações para desafios aos quais se torna difícil esperar..."
Creio que não será difícil dissociar "O Código Da Vinci" de "A Regra de Quatro", uma vez que estes livros têm apenas como pontos comuns, a aura de mistério e a resolução de enigmas históricos.
> Sinopse
Este thriller de grande suspense intelectual conta a história de quatro finalistas da Universidade de Princeton que descobrem alguns dos segredos que poderão ajudar a desvendar o Hypnerotomachia Poliphili, um texto do século XV escrito em várias línguas por um padre romano no ano de 1499. Os estudantes vão compreendendo a mensagem codificada em labirintos linguísticos e matemáticos que estão por detrás de dissertações sobre arte, zoologia, erotismo e fé, capazes de descodificar segredos de obras da época Renascentista. No entanto, ao aperceberem-se da magnitude da descoberta que estão prestes a fazer e que poderá tornar-se no maior achado histórico de sempre, descobrem também que há mais quem conheça o valor do tesouro em questão e que esteja disposto a matar pela sua posse.
"A Regra de Quatro" divide-se em dois momentos cruciais. Um primeiro, em que os leitores têm de decifrar cinco enigmas sequenciados de diferentes áreas do saber. E um segundo momento em que a mensagem está codificada nos quatro pontos cardiais que representam as coordenadas geográficas para chegar à cripta, procurada por muitos, onde se encontram peças de arte de valor incalculável. Através de uma escrita de grande qualidade criativa, o leitor fica envolvido num ambiente de genialidade, loucura, traição e assassínio, dominado por um magnetismo apenas comparável ao do próprio Hypnerotomachia Poliphili.
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Isto é uma continuação do último comentário...
Um beijo!
Posted by: Driller | segunda-feira, 25 outubro 2004 at 00:14
Possivelmente o meu próximo livro.
Posted by: Driller | segunda-feira, 25 outubro 2004 at 00:11
parece me bem... tb fiquei com vontade de experimentar!!!
Já agora fica um conselho, tenta ler "A Tábua de Flandres" de Arturo Pérez-Reverte.
beijoka
Posted by: the bug | domingo, 24 outubro 2004 at 23:50